 |
|
Torcedoras e torcedores
Elas batem um bolão, mas tem que saber tabelar

A torcida feminina vai esquentando na Copa, mas, apesar da linguagem
internacional do amor, é preciso tomar cuidado com os procedimentos alemães na
aproximação amorosa. Nada de chegar beijando e abraçando, como ensina o guia
de sobrevivência que o UOL confeccionou para seus leitores. E, para ter
um panorama dos costumes no país da Copa do Mundo pelo prisma brasileiro, leia
também o blog do repórter Paulo Sampaio,
enviado da Folha de S. Paulo. (Fotos: Reuters, AFP e EFE)

Escrito por Redação às 18h49
[] [regras para comentários]
[envie esta mensagem]
Blair e a Dança do Robô

O primeiro ministro britânico, Tony Blair, prometeu
imitar a "dança do robô", comemoração do gigante atacante Peter Crouch,
caso a Inglaterra consiga o bicampeonato mundial. A dança virou moda entre os
ingleses (Clique
aqui para ver vídeo). Blair entrou no clima e hasteou na residência
oficial, em Downing Street, uma bandeira da Inglaterra, substituindo a do Reino
Unido, que simboliza também Escócia e País de Gales. A esperança é que a
Inglaterra não chegue ao título, assim somos poupados de mais um vexame público
de Blair.(Fotos: Reuters e AFP)

Escrito por Redação às 14h37
[] [regras para comentários]
[envie esta mensagem]
Amarrei seu nome na boca do sapo

Se macumba funcionasse, todo Campeonato Baiano terminava empatado. Mas parece
que na Copa do Mundo funciona: o xamã equatoriano Tzamarenda Naychapi (a esq.)
tirou os maus espíritos dos estádios em que seu seleção ia jogar. No primeiro
jogo, pelo menos, deu certo, e os equatorianos bateram os poloneses. Já para o
jornal "Przeglad Sportowy", de Varsóvia, o culpado foi Pelé, que afirmou antes
do jogo que o Equador sairia vencedor.
Depois do xamã andino, agora é a vez do feiticeiro de Togo,
fotografado acima, mostrar sua influência com o além. A estréia do
togoleses é na terça-feira contra a Coréia do Sul.(Fotos: AFP e Reuters)
Escrito por Redação às 12h39
[] [regras para comentários]
[envie esta mensagem]
Desgraça pouca é bobagem

Primeiro, o tsunami. Depois, um terremoto. Na sequência,
veio a erupção de um vulcão. Para completar, o azar dos indonésios, muitos deles
ficaram sem ver os jogos da Copa do Mundo. No último dia 27, um terremoto de
magnitude de 6,3 graus na escala Richter matou quase 6.000 pessoas e
desalojou 80% da população do distrito de Bantul. Sem luz e com os televisores
virando entulho, 100 mil casas foram tombadas na ilha de Java, com meio milhão
de pessoas vivendo em alojamentos e tendas. "O tédio e o desespero são ainda
maiores porque estou louco para ver a Copa e não consigo nem ouvir pelo rádio",
disse Kusumo Subroto, um dos sobreviventes dos desastres naturais. Nas fotos
acima, uns poucos felizardos conseguiram TVs e antena para assistir aos jogos
nos campos de refugiados. (Fotos: Reuters)
Escrito por Redação às 11h42
[] [regras para comentários]
[envie esta mensagem]

Bagdá Café

A cinco dias do início da Copa, os iraquianos, como esses dois senhores aí em cima, não sabem como irão acompanhar o Mundial, afinal, a TV pública do país não adquiriu ainda os direitos de transmissão. Além disso, as constantes quedas de energia podem impedir quem tem antenas melhores e decodificadores (vendidos no mercado negro por US$ 350) para pegar o sinal dos países vizinhos. Como em todo Oriente Médio, o futebol é uma febre por lá, mesmo com a seleção local tendo disputado sua última Copa em 1986. O futebol seria um momento de desafogo para o país em guerra desde 2003. Espera-se uma redução dos conflitos entre xiitas, sunitas e soldados estrangeiros durante o evento. "Os iraquianos são loucos por futebol e querem fugir um pouco da dura realidade da violência", afirma Ahmed Hussein, vendedor de cartões decodificadores. A camiseta brasileira é a mais vendida no comércio local, seguida pela da Argentina, Alemanha e Itália. Resta saber qual será o comportamento dos iraquianos durante os jogos dos EUA no Mundial.
Escrito por Redação às 16h37
[] [regras para comentários]
[envie esta mensagem]
Geração Hello Kitty
    
A torcida japonesa é um fenômeno à parte: as garotas são maioria, os gritinhos formam a trilha sonora e o figurino é uma mistura de gueixas com a boneca Hello Kitty. Um fofura de torcida. O preferido delas é, como a foto acima mostra, Nakamura.
Escrito por Redação às 13h50
[] [regras para comentários]
[envie esta mensagem]
|
|