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HISTÓRICO

Copa animal

O galo que driblou a segurança da Copa

       

O controle nos estádios alemães é rigoroso, não deixa ninguém entrar com uma garrafinha de água, para não concorrer com as marcas oficiais. Então, como esse torcedor francês conseguiu entrar no estádio Leipzig com um galo vivo e cantando? Irritado com as revistas diárias, um jornalista do jornal londrino "The Times" classificou a entrada do galináceo como o maior furo da organização da Copa até agora. E ainda comparou a movimentação do galo com a do astro francês Zidane: "Ensaiou voar um pouco, mas não foi a lugar nenhum".(Fotos: Reuters)



Escrito por Redação às 13h22
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O sapo e os príncipes

Os jogadores da Ucrânia reclamaram que não conseguiram dormir à noite devido a uma sinfonia de sapos do lago vizinho ao hotel. Segundo o zagueiro Vashchyuk, alguns jogadores desceram dos quartos e foram espantar com pedradas os batráquios, sem sucesso. O gerente do hotel na cidade de Potsdam argumentou que nada pode fazer, afinal, o terreno vizinho é uma reserva ambiental.



Escrito por Redação às 14h55
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Talismã canino

                                 

Desembarcou nesta sábado na Alemanha o último integrante da delegação japonesa na Copa: o cachorrinho da raça Dachshund chamado Rommell, que é a mascote da equipe asiática. Seu atraso foi devido à burocracia alemã, que exigiu vacinas e exames. Nas fotos, ele aparece com seu dono, um assessor da federação. Com Rommell no estádio, o Japão ainda está invicto há 18 partidas, desde a igualdade em 2 a 2 com a Bélgica na Copa de 2002. Será que o torcedor canino vai conseguir entrar no estádio de Dortmund no próximo dia 22, para acompanhar o jogo contra o Brasil?



Escrito por Redação às 16h41
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Pitacos

Em época de Copa, todo mundo gosta de dar pitaco sobre futebol. Até mesmo a simpática arara da foto aí de cima. Astro do zoológico de Hannover, Lorenzo fará apostas em todos os jogos do Mundial. Para isso, o louro vai jogar a bolinha na caixa correspondente a cada uma das seleções.

Para a partida de estréia, Lorenzo não acredita em zebras. A arara não teve a menor dúvida em apostar na Alemanha contra a Costa Rica. No segundo jogo, o palpite foi em vitória da Polônia em cima do Equador. 

Lorenzo ainda não apostou em qual seleção vai ganhar a Copa do Mundo. E ele tem dois times para torcer no Mundial: a Alemanha, seu país-natal, ou o Brasil, terra de seus pais.



Escrito por Redação às 11h07
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Papagaio!

                     

Isso é o que se chama time miscigenado. Um parque temático da Coréia do Sul está promovendo uma Copa do Mundo dos animais. Na foto, a seleção local enfrenta o Togo. Repare que os times são formados por araras como atacantes, e no gol dois porquinhos-da-índia defendem a meta.



Escrito por Redação às 19h08
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Macacas de auditório

                      

Semifinalista em 2002 quando foi anfitriã, a Coréia do Sul acha que pode repetir a dose agora. Tanto é assim que promoções envolvendo o Mundial mostram muita empolgação da torcida. Elas incluíram modelos posando com modelos sexy da camiseta nacional e até um orangotango do zôo local vestido com as cores do país. Pena que a equipe asiática não está correspondendo e vem tropeçando nos amistosos preparatórios para a Copa.



Escrito por Redação às 19h56
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Feras em campo

Se o apelido de uma seleção fosse levado ao pé da letra, o Brasil estaria entre os times mais frágeis deste Mundial. Como os canarinhos poderiam enfrentar, por exemplo, aves tão mais letais como os Gaviões (Togo) e as Águias de Cartago (Tunísia). Outros animais ferozes simbolizam as equipes da Inglaterra (Os Leões), do Irã (Os Leões da Pérsia) e Coréia do Sul (Tigres). Os elefantes, outro bicho poderoso, representam os jogadores da Costa do Marfim (elefante e marfim, pegou a ligação?). Mas o Brasil não está sozinho entre as seleções com codinomes fofos. Os australianos são chamados de socceroos, junção de soccer (futebol) e kangaroos (cangurus). Já os angolanos são apelidados de "os palancas negras" (palanca é o antílope típico do país africano).



Escrito por Redação às 10h17
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A vaca foi para o brejo suíço

                                             

Além de adiantar a morte de vários suínos (viraram salsicha antes do verão), a passagem da seleção brasileira por Weggis também trouxe problemas para a pobre vaca Fuchsia. Seu proprietário, Peter Hofmann, pintou uma bandeira do Brasil e colocou sobre sua produtora de leite antes da chegada brasileira. Desde esse dia, ela não teve mais leite. Realmente, a estadia da seleção pentacampeã causou alguns transtornos na cidadezinha nos Alpes. 



Escrito por Redação às 17h44
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Futebol de paquidermes

 
 
A Alemanha foi sede de várias demonstrações de elefantes jogando bola, coisa mais comum na África e Índia. Os pesadões disputaram partidas entre si, mas também aconteceu um torneio inusitado em Hannover: cobranças de pênalti executadas pelos paquidermes com humanos tendo de defender os chutões. Diferentemente de Ronaldo, nenhum desses craques sofre críticas pelo excesso de peso. Leia mais sobre outras Copas alternativas.


Escrito por Redação às 18h44
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De peixinho

      

Fala-se que o jogador de futebol tem que defender a bola como se fosse seu prato de comida. Na Copa do Mundo dos peixes, essa máxima é mais do que verdade, afinal, a bola é feita de tenro patê de camarão. O aquário de Yokohama criou times que representavam Grupo F da Alemanha com Japão (peixes azuis), Brasil (amarelos), Croácia (vermelhos) e Austrália (esverdeados). O problema é que eles são nada objetivos. Na foto à esquerda, você vê o lance de maior perigo do time brasileiro, mas logo os japoneses tiraram a apetitosa bola de perto do gol e embolaram o meio-campo. A bola foi trocada várias vezes, por ter sido devorada, e até o fechamento deste texto não havia saído nenhum gol. 



Escrito por Redação às 19h05
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Fidelidade canina

A delegação da Arábia Saudita tem a companhia de dezenas de cachorros no hotel em que está hospedada, na cidade de Bad Nauheim, na Alemanha. É que o local está abrigando uma competição de lulus. Assim, os jogadores, que não costumam ver muitos cachorros nas ruas sauditas, estão se habituando a topa com os bichinhos nas áreas sociais do hotel.



Escrito por Redação às 15h59
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